sexta-feira, 14 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
A Liberdade
Asas de vento, coração de mar
Como ela
Somos livres, somos livres
De voar!!!!!!!!
A liberdade é podermos fazer o que queremos sem ter ninguém a controlar-nos.
A liberdade é ninguém ser escravo de ninguém.
É termos poder em nós próprios.
O 25 de Abril trouxe uma nova Constituição, e trouxe também o direito de voto.
Vítor
Os sem abrigo

Foi feita uma contagem que prova que hoje em dia há mais sem abrigo do que antigamente.
Cada dia há mais pessoas a viverem na rua, por causa do desemprego e não só. Alguns são abandonados pelos seus familiares.
Há várias instituições que os ajudam, mas toda a ajuda é pouca. Por isso, as pessoas que desperdiçam mantimentos e comida deviam começar a ganhar alguma compaixão e doar essas mesmas coisas aos sem abrigo.
Mas há muitas pessoas que vivem na rua por causa da dependência da droga. Gastam as suas economias e depois não têm como pagar as suas despesas.
É por isto que há muitos sem-abrigo!
Joana Carvalho
segunda-feira, 3 de março de 2008
Nakata Bar
(À entrada do Bar.)
Segurança: Boa noite, seja bem-vindo ao Nakata Bar.
Cliente: Muito obrigado.
Segurança: Divirtam-se.
(Entrega de cartão de consumo mínimo.)
Gerente: Boa noite. O cartão é de quinze euros o consumo mínimo.
Cliente: Obrigado, mas só uma questão: a minha namorada paga entrada?
Gerente: Não, hoje no Nakata é “Noite da Mulher”.
Cliente: Ok, muito obrigado.
(Dentro do Bar a pedir uma bebida.)
Cliente: Boa noite, quero dois malibus com cola.
Barman: Muito bem, dê-me o seu cartão.
Cliente: Aqui está, quanto é que são esses malibus?
Barman: Dez euros, os dois.
Cliente: Muito barato. Até pensei que fosse mais caro, neste Bar, com esta qualidade!
Barman: Fico muito feliz por o senhor achar que o nosso Bar tem qualidade.
(À saída do Bar.)
Gerente: Continuação de uma boa noite e até à próxima.
Cliente: Obrigado, até à próxima.
Tiago – nº 15
Mário – nº 11
João – nº 9
Segurança: Boa noite, seja bem-vindo ao Nakata Bar.
Cliente: Muito obrigado.
Segurança: Divirtam-se.
(Entrega de cartão de consumo mínimo.)
Gerente: Boa noite. O cartão é de quinze euros o consumo mínimo.
Cliente: Obrigado, mas só uma questão: a minha namorada paga entrada?
Gerente: Não, hoje no Nakata é “Noite da Mulher”.
Cliente: Ok, muito obrigado.
(Dentro do Bar a pedir uma bebida.)
Cliente: Boa noite, quero dois malibus com cola.
Barman: Muito bem, dê-me o seu cartão.
Cliente: Aqui está, quanto é que são esses malibus?
Barman: Dez euros, os dois.
Cliente: Muito barato. Até pensei que fosse mais caro, neste Bar, com esta qualidade!
Barman: Fico muito feliz por o senhor achar que o nosso Bar tem qualidade.
(À saída do Bar.)
Gerente: Continuação de uma boa noite e até à próxima.
Cliente: Obrigado, até à próxima.
Tiago – nº 15
Mário – nº 11
João – nº 9
Etiquetas:
Língua Portuguesa; Matemática
Teatro é …
“…um espaço onde há arte, imaginação e encantamento! A personagem põe uma máscara e o público vive um sonho.”
Sara Tavares
“…o fingimento de uma ilusão.”
Bruno Silva
“…a arte de encantamento de uma personagem.”
André Baldaia
“…uma arte de fingimento e disfarce.”
João Sousa
“…uma arte, um sonho, em que o actor se orgulha do seu ofício, onde, quando se abrem as cortinas da imaginação, existe transformação, riso, choro e ilusão, um espaço de comunicação. É um espaço de encantamento, mas também de fingimento.”
“… uma arte através da qual a personagem tem o encantamento, a imaginação, o choro e o riso.”Diana Cardoso
Sara Tavares
“…o fingimento de uma ilusão.”
Bruno Silva
“…a arte de encantamento de uma personagem.”
André Baldaia
“…uma arte de fingimento e disfarce.”
João Sousa
“…uma arte, um sonho, em que o actor se orgulha do seu ofício, onde, quando se abrem as cortinas da imaginação, existe transformação, riso, choro e ilusão, um espaço de comunicação. É um espaço de encantamento, mas também de fingimento.”
“… uma arte através da qual a personagem tem o encantamento, a imaginação, o choro e o riso.”Diana Cardoso
Fomos ao Teatro

Temos estado ausentes, mas não estamos parados. Muito pelo contrário!
No dia 14 de Janeiro, tivemos uma experiência diferente: fomos ao Teatro! A Peça era o " Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, magnificamente interpretada pela Companhia de Teatro O Sonho.
Seguimos com atenção, e pudemos encontrar nas personagens de antigamente o reflexo dos nossos dias! Foi uma boa ideia da nossa Professora de Língua Portuguesa! É uma actividade a repetir!
Para mais informações, podem procurar em www.osonho.com
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Língua Portuguesa,
teatro
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
E tudo o marciano levou!!!

Era uma vez uma top model que era um bocadinho feia (“pronto”, “ba”, é mesmo feia), e a coitadinha já tinha uns anitos, “né”? E a coitadinha queria ser famosa, queria ser conhecida, “ba”, e para ser famosa tinha de arranjar a cara, porque era um bocadinho feia, coitadinha. Resolveu, então, fazer uma operação plástica, “né”?
Mas com as dificuldades financeiras, a menina não tinha um tostão, não tinha dinheiro, “ba”!
A menina lembrou-se de um amigo que era muito rico e decidiu ligar-lhe, ligou-lhe do telemóvel, que estava avariado!
Como a Feínha sabia onde o amigo morava, foi ter com ele, sim, ele, esse mesmo: o amigo!
Entretanto, a Feínha pediu dinheiro emprestado ao amigo dela, dela dela mesmo, “ba”, e o amigo emprestou-lhe o dinheiro para fazer a tal operação.
Passado uns dias, com a ajuda do amigo, a menina fez a tal operação plástica, “ba”. Ficou um “cadito” mais bonita. Não ficou linda! Mas… ficou mais bonita.
Então a menina, que já estava mais bonitinha, concorreu a um concurso de modelos. O concurso era para meninas simples, mas lá lhe deram uma oportunidade e ela ficou muito feliz pelo sucedido.
Ela lá se arranjou, pôs um vestidito e uns tamancos grandinhos e deu uma penteadela ao cabelo.
No decorrer do desfile, a menina torceu o pé e caiu, bateu com a cabeça lá naquele sítio, “prontos”, lá, no sítio. E chamaram a ambulância, que por acaso teve um furo a meio do caminho. Entretanto, veio de lá para cá, que era lá, mas que ficou pelo meio, porque teve um furo!
Todavia com a ajuda do amigo, que entretanto a levou ao hospital, e a rapariga ficou lá, levou uns pontitos, “prontos”, ficou lá internada, “ba”!
No meio da noite, apareceu um marciano que a levou para um planeta desconhecido, para a Feiosa, que para nós é Marte.
De uma forma feliz, no meio de tantos feios e feiosas, ela era a mais bonita, mas era feia, e foi considerada a miss de Marte.
E foi feiosa para sempre!!!
Mario Barbosa e Tiago Rocha
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